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quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Mulheres 50+ mostram força, estilo e empreendedorismo no Chá da Tarde e Desfile de Moda em São Paulo

Evento realizado no Gran Villaggio reuniu empreendedoras de diferentes segmentos e transformou a passarela em espaço de protagonismo, visibilidade e valorização da maturidade


Jornalista Mauricio Coutinho (Produtor) - Apresentadores: Leão Lobo e Cibele Attallah

| Por: Claudia Souza |

O dia 15 de agosto foi marcado por uma celebração especial da mulher empreendedora no Centro de São Paulo. O Chá da Tarde e Desfile de Moda, realizado no Gran Villaggio Hotel, na Rua Martins Fontes, 330, reuniu mulheres de diferentes áreas de atuação em uma tarde que uniu moda, negócios, cultura, relacionamento e autoestima.

Com produção de Mara Porto e Maurício Coutinho, apresentação de Leão Lobo e Cibele Attallah e apoio da Frei Caneca Produções, o evento teve um diferencial que merece destaque: muitas das mulheres que participaram da exposição de produtos e serviços também subiram à passarela. O resultado foi uma verdadeira celebração da mulher 50+, mostrando que experiência, elegância e empreendedorismo podem caminhar juntos.

Da exposição para a passarela



Em vez de serem apenas expositoras, cantoras e atrizes, as empreendedoras assumiram também o protagonismo diante do público. Algumas delas apresentaram seus negócios, divulgaram seus produtos e serviços e, posteriormente, participaram do desfile.

A iniciativa rompe com a ideia de que a passarela pertence exclusivamente às modelos profissionais. Naquele espaço, mulheres que constroem suas próprias histórias profissionais tiveram a oportunidade de mostrar também sua personalidade, seu estilo e sua autoestima.

A proposta ganhou força justamente por colocar no centro do evento mulheres que empreendem, trabalham, criam oportunidades e continuam ativas em diferentes segmentos depois dos 50 anos.

Mais do que desfilar roupas, elas desfilaram histórias de vida, experiências e conquistas. A maturidade vem acompanhada de experiências que podem se transformar em importantes diferenciais no mundo dos negócios. Muitas mulheres chegam aos 50, 60 anos ou mais com conhecimento acumulado, redes de relacionamento e uma visão mais clara sobre seus objetivos.

O Chá da Tarde mostrou essa realidade de maneira descontraída e elegante. As empreendedoras presentes representaram diferentes segmentos e demonstraram que não existe idade limite para iniciar um novo projeto, reposicionar uma carreira ou transformar uma paixão em negócio. Nesse sentido, o evento também funcionou como uma vitrine para o empreendedorismo feminino e para a economia criativa.

Moda como ferramenta de autoestima

A moda teve um papel importante durante a tarde, mas foi além das tendências e das roupas. Para as participantes, ocupar a passarela significou também afirmar que a mulher madura pode ser vista, admirada e valorizada por sua beleza, personalidade e estilo. A presença de mulheres 50+ em eventos de moda ajuda a ampliar a representação feminina e a combater estereótipos relacionados ao envelhecimento. A mensagem é simples, mas poderosa: envelhecer não significa desaparecer. Ao contrário. Pode significar assumir novos espaços com ainda mais segurança.

O evento também reuniu artistas, jornalistas, estilistas, empreendedores e personalidades da sociedade paulistana. Diversos sorteios fizeram parte da programação, criando momentos de descontração e interação entre os convidados. A participação de profissionais de diferentes segmentos transformou a tarde em uma oportunidade de relacionamento e networking.

Para quem empreende, encontros assim podem representar muito mais do que uma experiência social. São oportunidades para apresentar uma marca, conhecer novos parceiros, conquistar clientes e ampliar a rede de contatos. E essa é uma das características mais importantes do empreendedorismo feminino: a capacidade de criar redes de apoio, colaboração e oportunidades.

Um novo olhar sobre a mulher madura

A presença das empreendedoras 50+ junto às jovens na passarela, também contribui para uma mudança cultural. Durante muito tempo, a publicidade, a moda e os meios de comunicação privilegiaram determinados padrões de idade e beleza. Hoje, cresce a necessidade de representar mulheres reais, com diferentes corpos, histórias e trajetórias.

O desfile realizado no Gran Villaggio trouxe essa discussão para um ambiente de celebração. Ali estavam mulheres que não apenas consomem moda, mas também produzem, empreendem, criam e movimentam a economia.

O Centro de São Paulo como cenário

A realização do evento no Centro também teve um significado especial. A proposta de promover atividades culturais, sociais e de entretenimento na região contribui para manter os espaços ocupados e movimentados.

A moda e o empreendedorismo, nesse contexto, tornam-se instrumentos de valorização da cidade. O encontro mostrou que o Centro pode ser cenário para novos negócios, experiências, encontros e manifestações culturais. E, ao reunir mulheres empreendedoras, artistas e profissionais de diferentes áreas, o evento reforçou a importância de criar espaços onde essas conexões possam acontecer.

Todas as mulheres que participaram do evento mostraram que ainda há muito para criar, empreender, aprender, compartilhar e conquistar. Na passarela, cada passo representou muito mais do que moda. Representou autonomia, experiência, autoestima e coragem e determinação para continuar ocupando espaços, e talvez esse seja o verdadeiro significado de uma tarde como essa: celebrar mulheres que não têm medo de começar novamente, reinventar suas histórias e transformar experiência em novas possibilidades.

Porque ser 50+ não é chegar ao fim de uma trajetória. É descobrir que ainda existe uma passarela inteira pela frente — e que cada mulher pode escolher como quer caminhar por ela. Estamos ansiosos para ver um desfile com os homens 50+ também!

O próximo evento já está agendado para o dia 28/11 e é bom que se antecipem na aquisição de seus convites, porque o outro esgotou bem rápido.


Confira os melhores momentos:

Pé Diabético: Como a prevenção pode evitar amputações e preservar sua independência




Com o passar dos anos, o nosso corpo pede cuidados mais específicos e atentos. Para quem convive com o diabetes, a atenção aos pés não é apenas uma questão de estética ou conforto, mas sim de preservar a mobilidade e a qualidade de vida.

Com o envelhecimento da população e o aumento dos casos de diabetes, o pé diabético se tornou um dos maiores desafios da saúde pública. No entanto, um alerta recente da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – Regional Paraná (SBOT-PR) traz uma mensagem de esperança e ação: a maioria das amputações relacionadas à doença pode ser evitada com prevenção e diagnóstico precoce.

Abaixo, explicamos o que você precisa saber para proteger seus passos e garantir sua autonomia.

O perigo silencioso da perda de sensibilidade

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), entre 19% e 34% das pessoas com diabetes desenvolverão úlceras nos pés ao longo da vida. Mas por que isso acontece?

O diabetes, com o passar dos anos, compromete a circulação sanguínea (especialmente nas extremidades) e danifica os nervos. Isso faz com que a pele fique mais ressecada e, o mais perigoso: os pés perdem gradualmente a capacidade de sentir dor.

É justamente essa perda de sensibilidade que torna a condição tão arriscada. Uma pedrinha no sapato, um calçado apertado, uma pequena bolha ou um corte podem passar totalmente despercebidos. Sem o aviso natural da dor, a pessoa continua caminhando, o que agrava a lesão. Quando finalmente o problema é notado, a infecção já pode ter atingido tecidos profundos e até os ossos.

O papel fundamental (e pouco conhecido) do Ortopedista

Muitas pessoas associam o tratamento do diabetes apenas ao endocrinologista para o controle da glicemia. Porém, o ortopedista tem um papel preventivo crucial.

"O nosso papel começa na prevenção. Avaliamos a marcha, a distribuição das cargas nos pés, deformidades, alterações biomecânicas e a necessidade de palmilhas, órteses e calçados adequados", explica a Dra. Bárbara Pupim, ortopedista e membro da SBOT-PR.

Segundo a especialista, quanto mais cedo o paciente é acompanhado, maiores são as chances de corrigir deformidades que aumentam o risco de lesões, preservando a mobilidade. E mesmo em casos mais complexos, os avanços da ortopedia — com técnicas menos invasivas e órteses personalizadas — têm conseguido salvar membros que, no passado, fatalmente seriam amputados.

Guia de Cuidados Cuca Prateada: Protegendo seus passos

A Dra. Bárbara ressalta que o tratamento começa muito antes de qualquer cirurgia: ele começa com informação e atitudes diárias. O paciente precisa ser o protagonista do seu próprio cuidado.

Aqui estão os hábitos simples que fazem toda a diferença:

Inspeção diária: Olhe seus pés todos os dias. Verifique entre os dedos, a sola e os calcanhares em busca de vermelhidão, calos, cortes ou bolhas. Se tiver dificuldade para enxergar a sola, use um espelho ou peça ajuda a um familiar.

Hidratação constante: Mantenha a pele dos pés bem hidratada para evitar rachaduras, mas evite passar creme entre os dedos para não causar frieiras.

Atenção aos calçados: Use sapatos confortáveis, fechados, sem costuras internas que possam machucar e com o tamanho adequado.

Nunca ande descalço: Nem mesmo dentro de casa. Proteja seus pés de topadas, farpas e objetos no chão.

Busque ajuda rápido: Ao notar qualquer ferida, mudança de cor ou alteração na temperatura do pé, procure assistência médica imediatamente. Não tente tratar lesões em casa com receitas caseiras.

Prevenir é cuidar da sua autonomia


Mais do que tratar feridas, prevenir o pé diabético significa garantir que você continue caminhando, passeando e aproveitando a vida com independência.

Mantenha sua glicemia controlada e conte com uma equipe multidisciplinar (endocrinologista, ortopedista, cirurgião vascular, enfermeiros e fisioterapeutas) para cuidar de você de forma integral. Os seus pés são a base da sua jornada — cuide bem deles todos os dias!

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quinta-feira, 28 de maio de 2026

Quando procurar um geriatra? Especialista explica por que o cuidado deve começar antes da terceira idade




Busca preventiva pelo especialista pode ajudar a preservar autonomia, independência e qualidade de vida ao longo do envelhecimento


São Paulo, maio de 2026 - Ainda é comum associar o médico geriatra apenas ao cuidado de idosos muito fragilizados ou com doenças avançadas. No entanto, segundo o Dr. Leonardo Lopes, coordenador da pós-graduação em Geriatria da Afya Educação Médica São Paulo, o acompanhamento geriátrico pode começar antes mesmo do surgimento de limitações importantes, funcionando como uma estratégia preventiva para garantir mais autonomia, independência e qualidade de vida ao longo do envelhecimento.

Segundo o especialista, não existe uma idade exata para iniciar o acompanhamento com um geriatra. A recomendação depende das necessidades, condições de saúde e objetivos de cada paciente. “Muita gente acredita que o geriatra deve ser procurado apenas quando surgem problemas mais graves ou perda importante de autonomia, mas esse cuidado pode começar antes, com foco em prevenção e promoção de qualidade de vida. Quanto mais cedo conseguimos identificar fatores que impactam o envelhecimento, maiores são as chances de preservar independência e bem-estar ao longo dos anos”, explica.

Assim como a pediatria se dedica ao cuidado de uma faixa etária específica, a geriatria é voltada ao acompanhamento da população idosa, considerada no Brasil a partir dos 60 anos. No entanto, muitas condições que afetam a saúde nessa fase da vida começam a se desenvolver décadas antes, ainda na vida adulta. Por isso, o acompanhamento preventivo e o controle adequado de fatores de risco podem contribuir para reduzir complicações futuras e promover um envelhecimento mais saudável.

Diferente de especialidades focadas em órgãos específicos, o geriatra avalia o paciente de forma integral, considerando fatores físicos, cognitivos, emocionais e sociais. O especialista acompanha as mudanças naturais do envelhecimento e ajuda a identificar precocemente alterações que podem impactar a rotina e a funcionalidade ao longo dos anos.

Entre os sinais de atenção que indicam a necessidade de procurar um geriatra estão esquecimentos frequentes, alterações de memória, quedas recorrentes, perda de equilíbrio, perda de força muscular, dificuldade para realizar atividades do dia a dia, uso simultâneo de muitos medicamentos, além de mudanças de humor, isolamento social, sintomas depressivos e dificuldades relacionadas ao sono, alimentação ou mobilidade. O acompanhamento também pode ser importante para pessoas diagnosticadas com doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e osteoporose.

O crescimento da população idosa brasileira reforça a importância desse cuidado. Dados do Censo Demográfico de 2022 mostram que o Brasil já possui mais de 32 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, número que representa cerca de 15,6% da população. A tendência é de crescimento acelerado nas próximas décadas.

Além do acompanhamento clínico, o geriatra também atua na prevenção e no tratamento de condições frequentes no envelhecimento, como demências, sarcopenia, osteoporose, insônia, incontinência urinária, depressão e doenças cardiovasculares e respiratórias. O trabalho costuma envolver uma abordagem multidisciplinar, em parceria com fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos e outros profissionais de saúde.

Outro papel importante da geriatria é a avaliação do uso de medicamentos, situação comum entre idosos. Isso porque o consumo excessivo ou inadequado de remédios pode aumentar o risco de efeitos colaterais, quedas, confusão mental e perda de independência.

“O envelhecimento saudável depende de acompanhamento contínuo e de hábitos construídos ao longo da vida. Quanto mais cedo começamos a cuidar da saúde de forma preventiva, maiores são as chances de chegar à terceira idade mantendo autonomia, bem-estar e qualidade de vida”, conclui Leonardo.

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Sol, pele e longevidade: por que os cuidados dermatológicos na terceira idade devem ir além do verão

Especialista alerta que a proteção da pele deve ser permanente e integrada à rotina de saúde na maturidade



Em um país de alta incidência solar como o Brasil, a exposição ao sol ocorre durante todo o ano, e não apenas nos meses mais quentes. Ainda assim, é comum que a atenção aos cuidados com a pele diminua fora do verão. Na terceira idade, essa redução pode representar um risco adicional, já que o envelhecimento natural da pele, aliado à exposição acumulada ao longo da vida, aumenta a probabilidade de alterações e, principalmente, de câncer de pele, o tipo de câncer mais frequentemente diagnosticado no país.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de pele não melanoma segue como o tipo mais frequente no país, com estimativa média anual de 263 mil novos casos para o triênio 2026–2028, o que representa mais de 30% de todos os diagnósticos de câncer no Brasil.

Na terceira idade, a pele passa por alterações fisiológicas naturais, como redução da elasticidade, afinamento, menor produção de colágeno e maior tendência ao ressecamento. Essas mudanças tornam a pele mais sensível e suscetível a lesões, inclusive às associadas ao sol. Por isso, medidas simples como uso diário de protetor solar, hidratação adequada e avaliação médica periódica são fundamentais ao longo de todo o ano.

Conforme explica a Dra. Luana Vieira Mukamal, dermatologista da MedSênior, a proteção solar deve ser encarada como um cuidado contínuo de saúde e não apenas algo restrito ao verão. “Pessoas com mais de 60 anos acumulam ao longo da vida maior quantidade de danos solares, o que reforça a necessidade de prevenção constante e de acompanhamento especializado para detecção precoce de alterações”.

Confira as dicas e recomendações para cuidar o ano todo da pele: uso diário de protetor solar, inclusive em dias nublados;
reaplicação a cada duas ou três horas quando houver exposição direta;
utilização de chapéus, roupas com proteção UV e óculos escuros;
atenção a manchas, pintas ou feridas que não cicatrizam;
consulta dermatológica periódica, mesmo na ausência de sintomas.

A especialista ressalta que o envelhecimento saudável também passa pela atenção à saúde da pele. “Muitas pessoas associam o cuidado com a pele apenas à estética, mas ele está diretamente relacionado à funcionalidade e à integridade do organismo. A pele é uma barreira de proteção do corpo e, na maturidade, torna-se mais vulnerável. Cuidar da saúde da pele significa preservar conforto, autonomia e bem-estar ao longo do envelhecimento”, finaliza.

O tema também é abordado na terceira temporada do podcast Bem Envelhecer, da MedSênior, que dedica um episódio ao debate “Sol, pele e longevidade”. O conteúdo destaca a importância da prevenção ao longo de todo o ano e orienta sobre sinais de alerta, como manchas que mudam de cor ou formato, feridas que não cicatrizam e lesões que apresentam crescimento progressivo.


Sobre a MedSênior

A MedSênior é uma operadora de saúde especializada no atendimento ao público a partir dos 49 anos, com foco em medicina preventiva e no conceito do Bem Envelhecer. Seu modelo de cuidado é baseado na excelência do atendimento humanizado, personalizado e multidisciplinar, tendo como compromissos a promoção da autonomia, qualidade de vida e da longevidade saudável - tudo isso aliado à inovação e ao acompanhamento integrado da jornada do paciente.

Com 15 anos de atuação e com 45 unidades próprias em sete estados e no Distrito Federal, além de uma ampla rede credenciada, a empresa tem a tecnologia como aliada para oferecer serviços que proporcionam qualidade de vida real aos seus mais de 290 mil beneficiários.

Acompanhe a MedSênior:


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sexta-feira, 24 de abril de 2026

Vacinação na terceira idade: mitos ainda colocam idosos em risco

Semana Mundial da Imunização reforça a importância da conscientização






    “Vacina causa doença”, “já sou idoso, não preciso mais me vacinar” ou ainda “me vacinei quando jovem, então estou protegido”. Frases como essas ainda circulam com frequência, especialmente nas redes sociais, e ajudam a explicar por que muitos idosos permanecem desprotegidos contra doenças graves e evitáveis.

    Apesar dos avanços da ciência, a desinformação segue como um dos principais obstáculos à adesão vacinal. Segundo o infectologista Felipe Moreno, médico do Hospital Evangélico de Sorocaba (HES), é fundamental combater essas crenças equivocadas. “As vacinas são feitas justamente para prevenir formas graves. Eventos adversos graves são extremamente raros, e o risco da doença é muito maior”, afirma.

    Ele também reforça que a ideia de que idosos não precisam mais se vacinar está completamente equivocada. “Quando na verdade, é exatamente o contrário: é quando mais precisa”, destaca. Outro erro comum é acreditar que a imunização feita na juventude é suficiente. “Muitas vacinas exigem reforços ao longo da vida para manter a proteção”, completa.

    A Semana Mundial da Imunização, celebrada anualmente, surge como um importante momento para reforçar essa conscientização. Embora ainda exista a percepção de que a vacinação é um cuidado restrito à infância, especialistas alertam que ela deve acompanhar o indivíduo ao longo de toda a vida. “A vacinação não é uma estratégia apenas da infância, ela acompanha o indivíduo ao longo de toda a vida”, explica Moreno.

    Com o avanço da idade, o organismo passa por um processo natural chamado imunossenescência, caracterizado pela redução da capacidade do sistema imunológico de responder a infecções. Isso torna os idosos mais vulneráveis não apenas ao contágio, mas também a complicações mais graves.

    “Ou seja: o idoso não só fica mais suscetível a doenças, como também tem maior risco de evoluir com formas graves, internação e até óbito. A vacina, nesse contexto, é uma das ferramentas mais eficazes de prevenção”, afirma o infectologista.


Vacinas essenciais para a terceira idade


Entre as principais recomendações para idosos, destacam-se:

Influenza (gripe) – dose anual
COVID-19 – conforme calendário atualizado de reforços
Vacinas pneumocócicas – prevenção de pneumonia e complicações
Herpes-zóster – reduz risco da doença e da dor crônica associada
dT ou dTpa (difteria e tétano, com ou sem coqueluche) – reforço a cada 10 anos


    Dependendo do histórico de saúde e do estilo de vida, outras vacinas podem ser indicadas, como hepatite B e febre amarela (com avaliação individual de risco-benefício).
Riscos da vacinação em atraso

    A ausência ou atraso na vacinação pode trazer consequências significativas. Além do impacto individual, como maior risco de hospitalizações e agravamento de doenças, há reflexos coletivos importantes. “Quando o idoso não está com a vacinação em dia, ele fica exposto a doenças potencialmente graves. E o impacto não é apenas individual: há também aumento de internações, sobrecarga do sistema de saúde e perda de qualidade de vida”, finaliza Dr. Felipe.

terça-feira, 21 de abril de 2026

Música sem fronteiras: Evento do XIII CLAEM une grandes nomes e celebra ícones do piano brasileiro

 


 

NOITE HISTÓRICA NO BOURBON STREET

 

A música latino-americana vive um momento único em São Paulo.

No dia 21 de abril, o palco do Bourbon Street Music Club será cenário de um encontro raro: artistas internacionais liderados por Oscar Stagnaro se unem para uma apresentação que traduz a essência do XIII CLAEM.

Ao lado dele, nomes como Javier Flores, Vicente Luna, Oscar Acevedo, Ale Demogli, Sly de Moya e a cantora Olga Román prometem uma noite de pura conexão musical entre países e culturas. 

A noite será marcada por uma homenagem emocionante aos irmãos Adylson Godoy, Amilton Godoy e Amilson Godoy — verdadeiros pilares da música brasileira. 

Um encontro entre gerações.

Um palco de integração latino-americana.

Um espetáculo que vai muito além da música.

 

Leia a matéria completa no blog:

https://shre.ink/musicoempreendedor 

Garanta seu ingresso e viva esse momento histórico

https://bileto.sympla.com.br/event/118961/d/377870/s/2517185 

Mais informações sobre o CLAEM:

https://alaemus.org/
https://faculdadesouzalima.com.br

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terça-feira, 10 de março de 2026

Medicina regenerativa redefine o tratamento da dor no esporte e atende atletas em busca de longevidade na carreira

Foto: Divulgação

Protocolos avançados aceleram a recuperação, reduzem afastamentos e ganham adesão entre atletas profissionais e amadores. 


A medicina regenerativa vem se consolidando como uma das principais aliadas no cuidado com atletas que lidam com lesões musculoesqueléticas, dores crônicas e limitações funcionais. Mais do que tratar sintomas, a abordagem atua diretamente na regeneração dos tecidos, oferecendo alternativas modernas para um retorno mais rápido, seguro e sustentável às atividades esportivas.

São diversos os atletas que fizeram o uso dessa vertente da saúde para retornar ao esporte. Anderson Silva, campeão peso-médio do UFC, teve grave lesão na canela durante luta no ano de 2013, mas após tratamento com células-tronco continuou em competição por mais de 10 anos. Já a nossa medalhista olímpica de ginástica artística, Rebeca Andrade, anunciou período sabático das competições em 2025 para tratar de dores crônicas fruto de rotinas intensas de treino.

Na Rede CADE – Centro Avançado de Dor e Especialidades –, a aplicação da medicina regenerativa no esporte integra um modelo assistencial que combina diagnóstico preciso, intervenção médica especializada e acompanhamento contínuo. Os protocolos são indicados tanto para prevenção quanto para reabilitação, sempre respeitando critérios científicos e a individualização de cada caso.

Além de atletas profissionais e amadores de alta performance, a rede observa o crescimento da demanda por parte de um público cada vez mais maduro, acima dos 40 e 50 anos, com alto nível de atividade física e foco em manter performance, mobilidade e qualidade de vida ao longo do tempo. Modalidades como corrida, ciclismo, cross training, tênis e esportes de impacto concentram grande parte dessa procura.

“Em nossas unidades, o objetivo não é apenas fazer com que o atleta retorne ao esporte que ele tanto ama, mas também preservar a função articular, prevenir lesões recorrentes e controlar a dor sem comprometer o ritmo de vida. Mesmo um atleta jovem respeitar o tempo de descanso muscular, combinar tratamentos com fisioterapia personalizada para um retorno eficiente à normalidade da rotina competitiva” destacam especialistas do corpo médico da Rede CADE.

A rede de franquias destaca que cada vez mais atletas do crossfit recorrem a ajudas médicas especializadas. Um estudo elaborado pelo Laboratório de Psicologia do Esporte e do Exercício da Universidade do Estado de Santa Catarina destacou que as regiões do corpo mais acometidas por lesões foram os ombros, seguidos pelas costas devido a exigência de uma grande amplitude de movimento dessas regiões com grande carga sobre a coluna lombar.

“A dor no atleta precisa ser compreendida dentro de um contexto biomecânico, funcional e regenerativo. Modalidades de alta intensidade, como o cross training, combinam movimentos complexos, cargas elevadas e alto volume de repetição, o que gera microlesões frequentes em articulações, músculos e tendões. Sem um acompanhamento médico e funcional adequado, essas sobrecargas tendem a se acumular e evoluir para quadros crônicos. Estamos falando de atletas amadores que não querem parar, mas seguir ativos, produtivos e com autonomia física, e isso exige estratégias de prevenção, recuperação e tratamento baseadas em critérios científicos”, destacam os especialistas do corpo médico da Rede CADE.


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