Videos

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Pé Diabético: Como a prevenção pode evitar amputações e preservar sua independência




Com o passar dos anos, o nosso corpo pede cuidados mais específicos e atentos. Para quem convive com o diabetes, a atenção aos pés não é apenas uma questão de estética ou conforto, mas sim de preservar a mobilidade e a qualidade de vida.

Com o envelhecimento da população e o aumento dos casos de diabetes, o pé diabético se tornou um dos maiores desafios da saúde pública. No entanto, um alerta recente da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – Regional Paraná (SBOT-PR) traz uma mensagem de esperança e ação: a maioria das amputações relacionadas à doença pode ser evitada com prevenção e diagnóstico precoce.

Abaixo, explicamos o que você precisa saber para proteger seus passos e garantir sua autonomia.

O perigo silencioso da perda de sensibilidade

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), entre 19% e 34% das pessoas com diabetes desenvolverão úlceras nos pés ao longo da vida. Mas por que isso acontece?

O diabetes, com o passar dos anos, compromete a circulação sanguínea (especialmente nas extremidades) e danifica os nervos. Isso faz com que a pele fique mais ressecada e, o mais perigoso: os pés perdem gradualmente a capacidade de sentir dor.

É justamente essa perda de sensibilidade que torna a condição tão arriscada. Uma pedrinha no sapato, um calçado apertado, uma pequena bolha ou um corte podem passar totalmente despercebidos. Sem o aviso natural da dor, a pessoa continua caminhando, o que agrava a lesão. Quando finalmente o problema é notado, a infecção já pode ter atingido tecidos profundos e até os ossos.

O papel fundamental (e pouco conhecido) do Ortopedista

Muitas pessoas associam o tratamento do diabetes apenas ao endocrinologista para o controle da glicemia. Porém, o ortopedista tem um papel preventivo crucial.

"O nosso papel começa na prevenção. Avaliamos a marcha, a distribuição das cargas nos pés, deformidades, alterações biomecânicas e a necessidade de palmilhas, órteses e calçados adequados", explica a Dra. Bárbara Pupim, ortopedista e membro da SBOT-PR.

Segundo a especialista, quanto mais cedo o paciente é acompanhado, maiores são as chances de corrigir deformidades que aumentam o risco de lesões, preservando a mobilidade. E mesmo em casos mais complexos, os avanços da ortopedia — com técnicas menos invasivas e órteses personalizadas — têm conseguido salvar membros que, no passado, fatalmente seriam amputados.

Guia de Cuidados Cuca Prateada: Protegendo seus passos

A Dra. Bárbara ressalta que o tratamento começa muito antes de qualquer cirurgia: ele começa com informação e atitudes diárias. O paciente precisa ser o protagonista do seu próprio cuidado.

Aqui estão os hábitos simples que fazem toda a diferença:

Inspeção diária: Olhe seus pés todos os dias. Verifique entre os dedos, a sola e os calcanhares em busca de vermelhidão, calos, cortes ou bolhas. Se tiver dificuldade para enxergar a sola, use um espelho ou peça ajuda a um familiar.

Hidratação constante: Mantenha a pele dos pés bem hidratada para evitar rachaduras, mas evite passar creme entre os dedos para não causar frieiras.

Atenção aos calçados: Use sapatos confortáveis, fechados, sem costuras internas que possam machucar e com o tamanho adequado.

Nunca ande descalço: Nem mesmo dentro de casa. Proteja seus pés de topadas, farpas e objetos no chão.

Busque ajuda rápido: Ao notar qualquer ferida, mudança de cor ou alteração na temperatura do pé, procure assistência médica imediatamente. Não tente tratar lesões em casa com receitas caseiras.

Prevenir é cuidar da sua autonomia


Mais do que tratar feridas, prevenir o pé diabético significa garantir que você continue caminhando, passeando e aproveitando a vida com independência.

Mantenha sua glicemia controlada e conte com uma equipe multidisciplinar (endocrinologista, ortopedista, cirurgião vascular, enfermeiros e fisioterapeutas) para cuidar de você de forma integral. Os seus pés são a base da sua jornada — cuide bem deles todos os dias!

    ***


quinta-feira, 28 de maio de 2026

Quando procurar um geriatra? Especialista explica por que o cuidado deve começar antes da terceira idade




Busca preventiva pelo especialista pode ajudar a preservar autonomia, independência e qualidade de vida ao longo do envelhecimento


São Paulo, maio de 2026 - Ainda é comum associar o médico geriatra apenas ao cuidado de idosos muito fragilizados ou com doenças avançadas. No entanto, segundo o Dr. Leonardo Lopes, coordenador da pós-graduação em Geriatria da Afya Educação Médica São Paulo, o acompanhamento geriátrico pode começar antes mesmo do surgimento de limitações importantes, funcionando como uma estratégia preventiva para garantir mais autonomia, independência e qualidade de vida ao longo do envelhecimento.

Segundo o especialista, não existe uma idade exata para iniciar o acompanhamento com um geriatra. A recomendação depende das necessidades, condições de saúde e objetivos de cada paciente. “Muita gente acredita que o geriatra deve ser procurado apenas quando surgem problemas mais graves ou perda importante de autonomia, mas esse cuidado pode começar antes, com foco em prevenção e promoção de qualidade de vida. Quanto mais cedo conseguimos identificar fatores que impactam o envelhecimento, maiores são as chances de preservar independência e bem-estar ao longo dos anos”, explica.

Assim como a pediatria se dedica ao cuidado de uma faixa etária específica, a geriatria é voltada ao acompanhamento da população idosa, considerada no Brasil a partir dos 60 anos. No entanto, muitas condições que afetam a saúde nessa fase da vida começam a se desenvolver décadas antes, ainda na vida adulta. Por isso, o acompanhamento preventivo e o controle adequado de fatores de risco podem contribuir para reduzir complicações futuras e promover um envelhecimento mais saudável.

Diferente de especialidades focadas em órgãos específicos, o geriatra avalia o paciente de forma integral, considerando fatores físicos, cognitivos, emocionais e sociais. O especialista acompanha as mudanças naturais do envelhecimento e ajuda a identificar precocemente alterações que podem impactar a rotina e a funcionalidade ao longo dos anos.

Entre os sinais de atenção que indicam a necessidade de procurar um geriatra estão esquecimentos frequentes, alterações de memória, quedas recorrentes, perda de equilíbrio, perda de força muscular, dificuldade para realizar atividades do dia a dia, uso simultâneo de muitos medicamentos, além de mudanças de humor, isolamento social, sintomas depressivos e dificuldades relacionadas ao sono, alimentação ou mobilidade. O acompanhamento também pode ser importante para pessoas diagnosticadas com doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e osteoporose.

O crescimento da população idosa brasileira reforça a importância desse cuidado. Dados do Censo Demográfico de 2022 mostram que o Brasil já possui mais de 32 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, número que representa cerca de 15,6% da população. A tendência é de crescimento acelerado nas próximas décadas.

Além do acompanhamento clínico, o geriatra também atua na prevenção e no tratamento de condições frequentes no envelhecimento, como demências, sarcopenia, osteoporose, insônia, incontinência urinária, depressão e doenças cardiovasculares e respiratórias. O trabalho costuma envolver uma abordagem multidisciplinar, em parceria com fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos e outros profissionais de saúde.

Outro papel importante da geriatria é a avaliação do uso de medicamentos, situação comum entre idosos. Isso porque o consumo excessivo ou inadequado de remédios pode aumentar o risco de efeitos colaterais, quedas, confusão mental e perda de independência.

“O envelhecimento saudável depende de acompanhamento contínuo e de hábitos construídos ao longo da vida. Quanto mais cedo começamos a cuidar da saúde de forma preventiva, maiores são as chances de chegar à terceira idade mantendo autonomia, bem-estar e qualidade de vida”, conclui Leonardo.

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Sol, pele e longevidade: por que os cuidados dermatológicos na terceira idade devem ir além do verão

Especialista alerta que a proteção da pele deve ser permanente e integrada à rotina de saúde na maturidade



Em um país de alta incidência solar como o Brasil, a exposição ao sol ocorre durante todo o ano, e não apenas nos meses mais quentes. Ainda assim, é comum que a atenção aos cuidados com a pele diminua fora do verão. Na terceira idade, essa redução pode representar um risco adicional, já que o envelhecimento natural da pele, aliado à exposição acumulada ao longo da vida, aumenta a probabilidade de alterações e, principalmente, de câncer de pele, o tipo de câncer mais frequentemente diagnosticado no país.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de pele não melanoma segue como o tipo mais frequente no país, com estimativa média anual de 263 mil novos casos para o triênio 2026–2028, o que representa mais de 30% de todos os diagnósticos de câncer no Brasil.

Na terceira idade, a pele passa por alterações fisiológicas naturais, como redução da elasticidade, afinamento, menor produção de colágeno e maior tendência ao ressecamento. Essas mudanças tornam a pele mais sensível e suscetível a lesões, inclusive às associadas ao sol. Por isso, medidas simples como uso diário de protetor solar, hidratação adequada e avaliação médica periódica são fundamentais ao longo de todo o ano.

Conforme explica a Dra. Luana Vieira Mukamal, dermatologista da MedSênior, a proteção solar deve ser encarada como um cuidado contínuo de saúde e não apenas algo restrito ao verão. “Pessoas com mais de 60 anos acumulam ao longo da vida maior quantidade de danos solares, o que reforça a necessidade de prevenção constante e de acompanhamento especializado para detecção precoce de alterações”.

Confira as dicas e recomendações para cuidar o ano todo da pele: uso diário de protetor solar, inclusive em dias nublados;
reaplicação a cada duas ou três horas quando houver exposição direta;
utilização de chapéus, roupas com proteção UV e óculos escuros;
atenção a manchas, pintas ou feridas que não cicatrizam;
consulta dermatológica periódica, mesmo na ausência de sintomas.

A especialista ressalta que o envelhecimento saudável também passa pela atenção à saúde da pele. “Muitas pessoas associam o cuidado com a pele apenas à estética, mas ele está diretamente relacionado à funcionalidade e à integridade do organismo. A pele é uma barreira de proteção do corpo e, na maturidade, torna-se mais vulnerável. Cuidar da saúde da pele significa preservar conforto, autonomia e bem-estar ao longo do envelhecimento”, finaliza.

O tema também é abordado na terceira temporada do podcast Bem Envelhecer, da MedSênior, que dedica um episódio ao debate “Sol, pele e longevidade”. O conteúdo destaca a importância da prevenção ao longo de todo o ano e orienta sobre sinais de alerta, como manchas que mudam de cor ou formato, feridas que não cicatrizam e lesões que apresentam crescimento progressivo.


Sobre a MedSênior

A MedSênior é uma operadora de saúde especializada no atendimento ao público a partir dos 49 anos, com foco em medicina preventiva e no conceito do Bem Envelhecer. Seu modelo de cuidado é baseado na excelência do atendimento humanizado, personalizado e multidisciplinar, tendo como compromissos a promoção da autonomia, qualidade de vida e da longevidade saudável - tudo isso aliado à inovação e ao acompanhamento integrado da jornada do paciente.

Com 15 anos de atuação e com 45 unidades próprias em sete estados e no Distrito Federal, além de uma ampla rede credenciada, a empresa tem a tecnologia como aliada para oferecer serviços que proporcionam qualidade de vida real aos seus mais de 290 mil beneficiários.

Acompanhe a MedSênior:


Site oficial | Instagram | Facebook | YouTube



sexta-feira, 24 de abril de 2026

Vacinação na terceira idade: mitos ainda colocam idosos em risco

Semana Mundial da Imunização reforça a importância da conscientização






    “Vacina causa doença”, “já sou idoso, não preciso mais me vacinar” ou ainda “me vacinei quando jovem, então estou protegido”. Frases como essas ainda circulam com frequência, especialmente nas redes sociais, e ajudam a explicar por que muitos idosos permanecem desprotegidos contra doenças graves e evitáveis.

    Apesar dos avanços da ciência, a desinformação segue como um dos principais obstáculos à adesão vacinal. Segundo o infectologista Felipe Moreno, médico do Hospital Evangélico de Sorocaba (HES), é fundamental combater essas crenças equivocadas. “As vacinas são feitas justamente para prevenir formas graves. Eventos adversos graves são extremamente raros, e o risco da doença é muito maior”, afirma.

    Ele também reforça que a ideia de que idosos não precisam mais se vacinar está completamente equivocada. “Quando na verdade, é exatamente o contrário: é quando mais precisa”, destaca. Outro erro comum é acreditar que a imunização feita na juventude é suficiente. “Muitas vacinas exigem reforços ao longo da vida para manter a proteção”, completa.

    A Semana Mundial da Imunização, celebrada anualmente, surge como um importante momento para reforçar essa conscientização. Embora ainda exista a percepção de que a vacinação é um cuidado restrito à infância, especialistas alertam que ela deve acompanhar o indivíduo ao longo de toda a vida. “A vacinação não é uma estratégia apenas da infância, ela acompanha o indivíduo ao longo de toda a vida”, explica Moreno.

    Com o avanço da idade, o organismo passa por um processo natural chamado imunossenescência, caracterizado pela redução da capacidade do sistema imunológico de responder a infecções. Isso torna os idosos mais vulneráveis não apenas ao contágio, mas também a complicações mais graves.

    “Ou seja: o idoso não só fica mais suscetível a doenças, como também tem maior risco de evoluir com formas graves, internação e até óbito. A vacina, nesse contexto, é uma das ferramentas mais eficazes de prevenção”, afirma o infectologista.


Vacinas essenciais para a terceira idade


Entre as principais recomendações para idosos, destacam-se:

Influenza (gripe) – dose anual
COVID-19 – conforme calendário atualizado de reforços
Vacinas pneumocócicas – prevenção de pneumonia e complicações
Herpes-zóster – reduz risco da doença e da dor crônica associada
dT ou dTpa (difteria e tétano, com ou sem coqueluche) – reforço a cada 10 anos


    Dependendo do histórico de saúde e do estilo de vida, outras vacinas podem ser indicadas, como hepatite B e febre amarela (com avaliação individual de risco-benefício).
Riscos da vacinação em atraso

    A ausência ou atraso na vacinação pode trazer consequências significativas. Além do impacto individual, como maior risco de hospitalizações e agravamento de doenças, há reflexos coletivos importantes. “Quando o idoso não está com a vacinação em dia, ele fica exposto a doenças potencialmente graves. E o impacto não é apenas individual: há também aumento de internações, sobrecarga do sistema de saúde e perda de qualidade de vida”, finaliza Dr. Felipe.

terça-feira, 21 de abril de 2026

Música sem fronteiras: Evento do XIII CLAEM une grandes nomes e celebra ícones do piano brasileiro

 


 

NOITE HISTÓRICA NO BOURBON STREET

 

A música latino-americana vive um momento único em São Paulo.

No dia 21 de abril, o palco do Bourbon Street Music Club será cenário de um encontro raro: artistas internacionais liderados por Oscar Stagnaro se unem para uma apresentação que traduz a essência do XIII CLAEM.

Ao lado dele, nomes como Javier Flores, Vicente Luna, Oscar Acevedo, Ale Demogli, Sly de Moya e a cantora Olga Román prometem uma noite de pura conexão musical entre países e culturas. 

A noite será marcada por uma homenagem emocionante aos irmãos Adylson Godoy, Amilton Godoy e Amilson Godoy — verdadeiros pilares da música brasileira. 

Um encontro entre gerações.

Um palco de integração latino-americana.

Um espetáculo que vai muito além da música.

 

Leia a matéria completa no blog:

https://shre.ink/musicoempreendedor 

Garanta seu ingresso e viva esse momento histórico

https://bileto.sympla.com.br/event/118961/d/377870/s/2517185 

Mais informações sobre o CLAEM:

https://alaemus.org/
https://faculdadesouzalima.com.br

 #CLAEM #XIIICLAEM #MúsicaLatinoAmericana #JazzBrasileiro #MPB #BourbonStreet #ShowAoVivo #SãoPauloCultural #MúsicaAoVivo #EducaçãoMusical #ArtistasInternacionais #Piano #Cultura #EventoImperdível

terça-feira, 10 de março de 2026

Medicina regenerativa redefine o tratamento da dor no esporte e atende atletas em busca de longevidade na carreira

Foto: Divulgação

Protocolos avançados aceleram a recuperação, reduzem afastamentos e ganham adesão entre atletas profissionais e amadores. 


A medicina regenerativa vem se consolidando como uma das principais aliadas no cuidado com atletas que lidam com lesões musculoesqueléticas, dores crônicas e limitações funcionais. Mais do que tratar sintomas, a abordagem atua diretamente na regeneração dos tecidos, oferecendo alternativas modernas para um retorno mais rápido, seguro e sustentável às atividades esportivas.

São diversos os atletas que fizeram o uso dessa vertente da saúde para retornar ao esporte. Anderson Silva, campeão peso-médio do UFC, teve grave lesão na canela durante luta no ano de 2013, mas após tratamento com células-tronco continuou em competição por mais de 10 anos. Já a nossa medalhista olímpica de ginástica artística, Rebeca Andrade, anunciou período sabático das competições em 2025 para tratar de dores crônicas fruto de rotinas intensas de treino.

Na Rede CADE – Centro Avançado de Dor e Especialidades –, a aplicação da medicina regenerativa no esporte integra um modelo assistencial que combina diagnóstico preciso, intervenção médica especializada e acompanhamento contínuo. Os protocolos são indicados tanto para prevenção quanto para reabilitação, sempre respeitando critérios científicos e a individualização de cada caso.

Além de atletas profissionais e amadores de alta performance, a rede observa o crescimento da demanda por parte de um público cada vez mais maduro, acima dos 40 e 50 anos, com alto nível de atividade física e foco em manter performance, mobilidade e qualidade de vida ao longo do tempo. Modalidades como corrida, ciclismo, cross training, tênis e esportes de impacto concentram grande parte dessa procura.

“Em nossas unidades, o objetivo não é apenas fazer com que o atleta retorne ao esporte que ele tanto ama, mas também preservar a função articular, prevenir lesões recorrentes e controlar a dor sem comprometer o ritmo de vida. Mesmo um atleta jovem respeitar o tempo de descanso muscular, combinar tratamentos com fisioterapia personalizada para um retorno eficiente à normalidade da rotina competitiva” destacam especialistas do corpo médico da Rede CADE.

A rede de franquias destaca que cada vez mais atletas do crossfit recorrem a ajudas médicas especializadas. Um estudo elaborado pelo Laboratório de Psicologia do Esporte e do Exercício da Universidade do Estado de Santa Catarina destacou que as regiões do corpo mais acometidas por lesões foram os ombros, seguidos pelas costas devido a exigência de uma grande amplitude de movimento dessas regiões com grande carga sobre a coluna lombar.

“A dor no atleta precisa ser compreendida dentro de um contexto biomecânico, funcional e regenerativo. Modalidades de alta intensidade, como o cross training, combinam movimentos complexos, cargas elevadas e alto volume de repetição, o que gera microlesões frequentes em articulações, músculos e tendões. Sem um acompanhamento médico e funcional adequado, essas sobrecargas tendem a se acumular e evoluir para quadros crônicos. Estamos falando de atletas amadores que não querem parar, mas seguir ativos, produtivos e com autonomia física, e isso exige estratégias de prevenção, recuperação e tratamento baseadas em critérios científicos”, destacam os especialistas do corpo médico da Rede CADE.


***

Publicidade:

Que tal uma massagem para ativar a circulação?



sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

“Queremos Paz no Planeta” leva música, memória e emoção ao Programa Silvio Brito em Família




A música que atravessa gerações e carrega valores como união, esperança e respeito estará em destaque neste sábado, 3 de janeiro, às 21h30, no Programa Silvio Brito em Família, exibido pela TV Rede Vida. Parte do elenco do espetáculo “Queremos Paz no Planeta” participa da atração, levando ao público 50+ um encontro especial entre grandes artistas, histórias de vida e canções que marcaram época.

Participam do programa o consagrado pianista Adylson Godoy, referência da música instrumental e popular brasileira, as cantoras Claudya, Maria Clara Mascellani e Claudia Souza, vozes que unem experiência, sensibilidade e forte ligação com a música popular brasileira. Também estará presente o Coral Infantil Maestrina Miriam de Moura, acompanhado por seus regentes, a Maestrina Marli Ferrari e o Maestro Marcelo Faraldo Recski, trazendo ao palco o simbolismo da continuidade, do futuro e da educação musical.

O Programa Silvio Brito em Família é conhecido por seu formato acolhedor, que valoriza a convivência familiar, as memórias afetivas e a trajetória de artistas que ajudaram a construir a história da música no Brasil. Por isso, a participação do projeto “Queremos Paz no Planeta” se encaixa perfeitamente no espírito da atração, unindo gerações em torno de uma mensagem simples e necessária: a paz começa dentro de casa, nas relações humanas e na cultura.

O projeto “Queremos Paz no Planeta” ganhou destaque nacional após o grande concerto realizado em novembro, no Memorial da América Latina, e desde então vem ampliando sua presença em espaços culturais e na mídia. Sua proposta vai além do entretenimento, promovendo reflexões sobre convivência, solidariedade e o papel da arte na construção de um mundo melhor — valores que dialogam diretamente com o público maduro, que carrega experiências, memórias e uma visão mais profunda da vida.

A presença do coral infantil ao lado de músicos experientes cria um contraste emocionante: passado, presente e futuro unidos pela música. Para quem já viveu grandes momentos da história da MPB e acredita na transmissão de valores entre gerações, o programa promete ser um verdadeiro encontro de emoções.

📺 Onde assistir: 

O Programa Silvio Brito em Família vai ao ar neste sábado (03/01), às 21h30, pela TV Rede Vida, disponível nas principais operadoras de TV por assinatura em todo o Brasil:

Algar: Canal 12 (SD) | 197 (HD) | 713 (DTH)
Claro TV: Canal 17 (SD) | 517 (HD)
GVT: Canal 243
NET: Canal 193 (SD) | 693 (HD)
TV Oi: Canal 16
SKY: Canal 6
Vivo TV: Canal 29

Mais do que um programa musical, será uma noite para ouvir boas histórias, relembrar canções, refletir e se emocionar. Um convite especial ao público 50+ para celebrar a música brasileira e a mensagem atemporal da paz.