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| Foto: Divulgação |
Protocolos avançados aceleram a recuperação, reduzem afastamentos e ganham adesão entre atletas profissionais e amadores.
São diversos os atletas que fizeram o uso dessa vertente da saúde para retornar ao esporte. Anderson Silva, campeão peso-médio do UFC, teve grave lesão na canela durante luta no ano de 2013, mas após tratamento com células-tronco continuou em competição por mais de 10 anos. Já a nossa medalhista olímpica de ginástica artística, Rebeca Andrade, anunciou período sabático das competições em 2025 para tratar de dores crônicas fruto de rotinas intensas de treino.
Na Rede CADE – Centro Avançado de Dor e Especialidades –, a aplicação da medicina regenerativa no esporte integra um modelo assistencial que combina diagnóstico preciso, intervenção médica especializada e acompanhamento contínuo. Os protocolos são indicados tanto para prevenção quanto para reabilitação, sempre respeitando critérios científicos e a individualização de cada caso.
Além de atletas profissionais e amadores de alta performance, a rede observa o crescimento da demanda por parte de um público cada vez mais maduro, acima dos 40 e 50 anos, com alto nível de atividade física e foco em manter performance, mobilidade e qualidade de vida ao longo do tempo. Modalidades como corrida, ciclismo, cross training, tênis e esportes de impacto concentram grande parte dessa procura.
“Em nossas unidades, o objetivo não é apenas fazer com que o atleta retorne ao esporte que ele tanto ama, mas também preservar a função articular, prevenir lesões recorrentes e controlar a dor sem comprometer o ritmo de vida. Mesmo um atleta jovem respeitar o tempo de descanso muscular, combinar tratamentos com fisioterapia personalizada para um retorno eficiente à normalidade da rotina competitiva” destacam especialistas do corpo médico da Rede CADE.
A rede de franquias destaca que cada vez mais atletas do crossfit recorrem a ajudas médicas especializadas. Um estudo elaborado pelo Laboratório de Psicologia do Esporte e do Exercício da Universidade do Estado de Santa Catarina destacou que as regiões do corpo mais acometidas por lesões foram os ombros, seguidos pelas costas devido a exigência de uma grande amplitude de movimento dessas regiões com grande carga sobre a coluna lombar.
“A dor no atleta precisa ser compreendida dentro de um contexto biomecânico, funcional e regenerativo. Modalidades de alta intensidade, como o cross training, combinam movimentos complexos, cargas elevadas e alto volume de repetição, o que gera microlesões frequentes em articulações, músculos e tendões. Sem um acompanhamento médico e funcional adequado, essas sobrecargas tendem a se acumular e evoluir para quadros crônicos. Estamos falando de atletas amadores que não querem parar, mas seguir ativos, produtivos e com autonomia física, e isso exige estratégias de prevenção, recuperação e tratamento baseadas em critérios científicos”, destacam os especialistas do corpo médico da Rede CADE.


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