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sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Entenda quais exames uma mulher de 40 anos deve fazer



*Por Rodrigo Ferrarese


Ter a mamografia em dia é fundamental, mas outros exames são igualmente importantes para diagnosticar precocemente, acompanhar e prevenir também outras doenças. Não precisamos estar necessariamente em outubro para que você saiba que a mamografia é um dos exames que a mulher, ao chegar aos 40 anos, deve fazer. Mas e quanto aos outros?

Falar sobre exames está ligado diretamente a prevenção, algo que devemos ter em mente sempre, além do outubro Rosa, mas durante todo o ano!

Apesar do câncer de mama ser o mais frequente nas mulheres (depois do câncer de pele), a atenção não deve estar focada somente para este tipo. Outras ocorrências também são bem comuns, como por exemplo, aqueles que acometem o colo do útero, do estômago e do intestino.

A mamografia é só um dos exames

Porém, não se atentar para essas doenças, ter a mamografia em dia e, de repente, passar por um infarto agudo ou um acidente vascular cerebral (AVC). Isso porque todas se assustam com essas doenças mais temerosas, mas não se preocupam para a principal causa de morte no mundo: as doenças cardiovasculares.

Com a finalidade de orientar sobre os cuidados com sua saúde, trago alguns dos exames mais importantes aos quais a mulher de 40 deve ser submetida, além da mamografia.

Claro que a escolha dos procedimentos só deverá ocorrer após uma avaliação clínica individual. Assim, trago apenas algumas sugestões para esclarecer a importância de cada um deles.

Estes são os exames mais importantes

O exame colpocitológico, conhecido como papanicolaou, é fundamental para diminuir a incidência do câncer do colo uterino. Ele detecta algumas alterações nesta região antes de elas virarem câncer. Hoje, existem algumas opções mais modernas de exames, como a captura híbrida de HPV e a genotipagem do HPV, cujas intenções são similares, mas o bom e velho “papa” já ajuda bastante!

Para as mulheres de 40 que já entraram na menopausa, exames como a densitometria óssea são importantes para identificar alterações na composição do osso, como por exemplo osteopenia ou osteoporose. Com isso, é possível realizar um acompanhamento melhor para evitar fraturas na terceira idade. Ainda para aquelas no climatério, um perfil hormonal ajuda a entender melhor essa fase e como é possível aliviar melhor seus sintomas.

Outro exame que pode ser solicitado nessa faixa etária, sendo mais comum esse tipo de solicitação ocorrer para pacientes após os 50 anos, é a colonoscopia. Através deste procedimento é possível localizar lesões, como pólipos intestinais que caso não forem retirados, podem causar o câncer colorretal. Uma alternativa mais fácil, porém, não a ideal, é a pesquisa de sangue oculto nas fezes.

Fique atenta também aos exames laboratoriais

Alguns exames laboratoriais são fundamentais, como por exemplo, a glicemia (para diagnosticar diabetes) e colesterol total e suas subdivisões. Quando há diabetes ou dislipidemia, o risco de doença cardiovascular aumenta.

Para as fumantes, indica-se fazer um Raio-X do tórax, que permitirá visualizar possíveis alterações pulmonares. Já para as portadoras de diabetes, dislipidemia ou hipertensão, entre os exames a serem feitos deve estar um eletrocardiograma, que permite checar como está o coração.

As ultrassonografias, incluindo a transvaginal, não são indicadas de rotina. No entanto, se forem feitas, permitem uma avaliação da área em específico, sem riscos associados ao exame. Mas, atenção: o ultrassom de mamas não substitui a mamografia!

Tanto para o câncer como para as doenças cardiovasculares, o mais importante é a prevenção primária. Já está comprovado que uma vida saudável, com sono em dia, atividades físicas constantes e alimentação adequada podem afastar essas enfermidades. Além, claro, de cessar o tabagismo.

É muito mais difícil tratar uma doença quando ela aparece. Assim, vamos cuidar de suas causas para dificultar o seu aparecimento. E fazer exames para acompanhar e identificar qualquer anomalia precocemente.

Sobre Dr. Rodrigo Ferrarese

O especialista é formado pela Universidade São Francisco, em Bragança Paulista. Fez residência médica em São Paulo, em ginecologia e obstetrícia no Hospital do Servidor Público Estadual. Atua em cirurgias ginecológicas, cirurgias vaginais, uroginecologia, videocirurgias; (cistos, endometriose), histeroscopias; ( pólipos, miomas), doenças do trato genital inferior (HPV), estética genital (laser, radiofrequência, peeling, ninfoplastia), uroginecologia (bexiga caída, prolapso genital, incontinência urinaria) e hormonal (implantes hormonais, chip de beleza, menstruação, pílulas, Diu...). Mais informações podem ser obtidas pelo canal no YouTube e também pelo Spotify -https://linktr.ee/dr.rodrigoferrarese


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terça-feira, 25 de agosto de 2020

SARCOPENIA - Faça Sua Poupança de Massa Muscular Enquanto Há Tempo e Garanta um Envelhecimento Saudável!



Previna-se Enquanto Há Tempo!


O QUE É

O termo vem do grego e significa perda ou pobreza de carne. Significa perda significativa da massa muscular (massa magra), prejudicando muito a qualidade de vida da pessoa. Geralmente atinge idosos a partir dos 60 anos. Resumindo, é o resultado do processo de envelhecimento.

SINTOMAS

Os principais sintomas envolvem a perda da força, do equilíbrio e do desempenho físico para realizar atividades como caminhar, levantar da cama, subir escadas, carregar compras, trocar uma lâmpada, desequilíbrio ao andar em terrenos com desníveis, conferindo assim, maior risco para quedas, fraturas, incapacidade, dependência, hospitalização recorrente e mortalidade no idoso.

CAUSAS

As causas são múltiplas como as alterações hormonais e fisiológicas do próprio envelhecimento, sedentarismo, má alimentação, limitações físicas, depressão e falta de proteína. Em alguns casos ela é decorrente de doenças como o câncer, infecções e inflamações, traumatismos sérios e outros, que são fatores que levam à perda de massa muscular de forma rápida e muito mais grave do que a que ocorre no envelhecimento.

PREVENÇÃO

Segundo a Dra Bruna Marisa, médica, Membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e com grande atuação na medicina Esportiva, o mais importante de tudo para prevenir essa perda é “Fazer uma poupança muscular durante a vida para garantir um envelhecimento saudável, com mais músculos, mais força e mais vitalidade”. Exercícios físicos de resistência também são fundamentais. Isso reforça a importância de se buscar massa magra enquanto se é jovem. Certamente isso ajudará e muito na sua qualidade de vida durante a terceira idade.

Obs: Hoje recomenda-se a ingestão de pelo menos 1 a 1,2 g de proteínas por quilo de peso corporal, ao dia.

DIAGNÓSTICO

O diagnóstico é feito por um médico clínico geral ou geriatra através de testes simples para avaliar a força muscular e exames de tomografia nas regiões da perna e do abdômen para estimar o volume muscular. Pode-se pedir também exames de densitometria de corpo inteiro, ressonância magnética e ultrassom, embora sejam menos usuais.

TRATAMENTOS:



A Dra. Bruna Marisa ainda ressalta que “a dieta adequada, hormônios e equilíbrio na alimentação rica em proteínas acompanhada por um nutricionista são as melhores formas de prevenir e também amenizar os sintomas da sarcopenia durante o tratamento”; que envolve basicamente exercícios de resistência conforme as condições físicas de cada paciente, dieta com suplementação de proteína e em casos mais avançados, pode incluir também o uso de anabolizantes com acompanhamento médico.


Quer ter um envelhecimento saudável? Cuide hoje de sua saúde física!

Seu corpo agradecerá!



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Cuidado com idosos no isolamento social: dicas para evitar quedas e traumas dentro de casa


Ortopedista chama atenção para a saúde do homem e casos de osteoporose


O Brasil se prepara para a retomada de trabalhos e atividades que tiveram a rotina alterada, desde o início da pandemia pela COVID-19. “O vírus, no entanto, continua circulando por aí e deve se manter assim até que a vacina possa alcançar toda a população, por isso é essencial continuar com os cuidados básicos para proteger os mais vulneráveis, como a população idosa”, recomenda Dr. André Evaristo Marcondes, ortopedista especialista em cirurgia da coluna do Hospital Sírio-Libanês.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que em 2050 a população acima de 60 anos chegará a 2 bilhões de pessoas no mundo. No Brasil, atualmente essa parcela representa 13% da população, de acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Hoje as pessoas vivem mais tempo e é preciso alguns cuidados para que esse tempo seja com saúde e qualidade de vida. A osteoporose, por exemplo, que é uma doença que enfraquece os ossos, sempre foi mais frequente nas mulheres em fase de menopausa, mas os médicos têm observado o aumento desta patologia também nos homens.

“Na área da ortopedia, percebemos o aumento da osteoporose nos homens e acreditamos que isso está relacionado, sobretudo, ao aumento da expectativa de vida masculina que, segundo o IBGE, é de 72,8 anos. Se por um lado a doença tem mais tempo para se desenvolver, por outro essa percepção faz com que os médicos peçam mais exames, então a doença recebe maior quantidade de diagnóstico e também de atenção”, observa o ortopedista.

A Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), por meio de seu programa para um isolamento seguro dos idosos, recomenda a organização da casa para evitar acidentes, como: deixar uma luz fraca acesa durante a noite, tirar os tapetes do caminho e objetos que possam causar tropeço e quedas, evitar o chão escorregadio, disponibilizar corrimão em escadas e corredores, ter um telefone sempre perto, entre outros.

“O fator emocional também é importante para essa faixa etária, o idoso se sente muito sozinho e fica triste diante de doenças e da impossibilidade de conviver em família e amigos. Neste caso, a tecnologia é positiva, para minimizar as distâncias com videochamada, o que vale tanto para as relações sociais quanto para o atendimento médico de rotina”, explica Dr. André.

Uma rotina também colabora para que o idoso ocupe a cabeça e se distraia. “Acordar em determinado horário, fazer alguma atividade, as refeições, conversar com alguém (mesmo por telefone) ver um programa favorito e estabelecer hora para dormir são importantes no combate à ansiedade e solidão”, finaliza o médico.

SOBRE O ESPECIALISTA



Dr. André Evaristo – Ortopedista Especializado em Coluna - Formado pela Universidade de Marília, fez residência médica em Ortopedia e Traumatologia no Hospital do Servidor Público Municipal (SP) e é Especialista em Cirurgia da Coluna. É membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Coluna e da North American Spine Society (NASS). Atualmente, atende no Núcleo de Medicina Avançada do Sírio Libanês, nos hospitais Villa Lobos e AACD. Instagram: @dr.andrecoluna / Facebook: @DrColunaAndreEvaristo


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quarta-feira, 8 de abril de 2020

ACIMA DOS 60 TOME CUIDADOS REDOBRADOS COM A DENGUE


A causa pode estar em doenças pré-existentes, 
que tornam a dengue mais grave




As pessoas com mais de 60 anos de idade são mais vulneráveis às complicações causadas pela dengue, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. A causa pode estar em doenças pré-existentes, que tornam a dengue mais grave. O especialista em vírus de insetos da Universidade de Brasília (UnB) Bergmann Morais Ribeiro explica isso.

“Como qualquer doença, os idosos são mais vulneráveis, porque não têm a mesma resposta imunológica de uma pessoa mais jovem. Qualquer patógeno, se os idosos forem infectados, a probabilidade de a doença ser mais severa é maior. O corpo do idoso já está debilitado, com uma doença crônica, por exemplo, aumenta a inflamação no corpo e isso, às vezes, favorece a replicação do vírus da dengue.”

Qualquer pessoa acima de 60 anos que apresentar os primeiros sinais de dengue deve procurar imediatamente um serviço de saúde. Os principais sintomas são febre alta, dor no corpo, cansaço, manchas vermelhas, falta de apetite, dor de cabeça ou dor ao movimentar os olhos. Toda a população pode ajudar a evitar o contágio eliminando a água armazenada. Esses locais podem se tornar criadouros do mosquito da dengue, o Aedes aegypti.


sábado, 4 de abril de 2020

5 motivos que fazem os idosos saírem de casa na quarentena

Filósofo Dr. José Pinto da Costa de 86 anos e Fabiano de Abreu
Foto: Divulgação

Fabiano de Abreu revela 5 motivos que fazem os idosos saírem de casa na quarentena mesmo sendo do grupo de risco
Por que os idosos são os que menos se importam com a quarentena mesmo sendo um grupo de risco

Nesta quarentena o filósofo e psicanalista Fabiano de Abreu não pára de refletir, pesquisar e analisar o comportamento das pessoas.

“A quarentena é algo novo para todos nós, esta geração não viveu nada parecido. Neste momento, muitos dos instintos que estão no inconsciente estão sendo expostos no nosso consciente. Os comportamentos passam a ser diferentes do que estamos acostumados e então, chamam a atenção para uma análise.”

Algo prende muito a atenção principalmente nos países desenvolvidos. Morando na Europa, especificamente em Portugal, as estatísticas do número de idosos a morrerem por causa do coronavírus, os fatores de riscos que os colocam em perigo e o alto índice de idosos nas ruas vêm preocupando as autoridades e órgãos de saúde. O filósofo então, analisou o motivo para os idosos não temerem a doença e não respeitarem a quarentena.

“ Refleti sobre as possibilidades, avaliei probabilidades e refleti cognitivamente sobre os idosos que convivo para chegar a tais decisões. 5 fatores implicam para essas ações por parte dos da melhor idade:

1 - Noutro prisma - Os idosos retiram-lhes importância e acham que exageramos. Eles pensam isso pois já viveram muito e já ultrapassaram tanto que não vêem as coisas pelo mesmo prisma.

2 - Consciência alternativa - Os idosos não tem a mesma consciência. A razão se perde numa mente mais envelhecida e pode distorcer um pouco a realidade.

3 - Proximidade do fim - Ao estarem mais próximos do fim, o instinto de sobrevivência surge de forma diferente dos mais novos e a alternativa é a busca. Por isso saem de casa.

4 - Segurança - As ruas mais vazias dão um ar de segurança e logo querem aproveitar este momento.

5 - Falta de acontecimentos - Se chegaram nesta idade é porque passaram por muitas coisas, são muitas experiências e não tiveram acontecimentos tão catastróficos a ponto de os segurarem em casa.

Fabiano finaliza dizendo que temos que protege-los pois, os idosos, são a esperança de um futuro melhor.

“ Precisamos da experiencia deles, das suas histórias, da calma em resolver as coisas. Precisamos do exemplo deles para evitar as falhas, portanto, precisamos preservá-los, tomar conta. Um dia também nós seremos velhos e, portanto, é a altura ideal para dar o exemplo para os mais novos ou estaremos perdidos quando envelhecermos.”

Fabiano de Abreu é membro da Mensa, associação de pessoas mais inteligentes do mundo com sede na Inglaterra conseguindo alcançar o maior QI registrado com 99 de percentil o que equivale em numeral a um QI acima de 180. Especialista em estudos da mente humana, é membro e sócio da CPAH – Centro de Pesquisas e Análises Heráclito, com sede em Portugal e parceria no Brasil.


Mini CV

Fabiano de Abreu - Psicanalista, filósofo e jornalista
Registro 0.0543 0 Sociedade Brasileira de Psicanálise Clínica e CBPC
Registro Intel Reseller Tecnology - Especialista em tecnologia: 10381444
Registro FENAJ: 0035228/RJ
Registro Internacional: BR16791
Membro Mensa número: 1625BR

quarta-feira, 18 de março de 2020

Residencial de idosos substitui visitas por vídeochamadas


Grupo DG Sênior amplia medidas para evitar propagação do Covid-19


Esta semana, as três casas do Grupo DG Sênior da região do Grande ABC tiveram as visitas de familiares suspensas por tempo indeterminado. Esta medida foi necessária para proteger todos os residentes da possível contaminação pelo novo coronavírus.

“Estamos fazendo um trabalho de conscientização das famílias desde o início, mas esta semana intensificamos todos os cuidados para preservar nossos residentes”, comenta Marcella dos Santos, enfermeira chefe do Grupo DG Sênior. “Nesse momento as visitas foram suspensas e todos os nossos funcionários passam por triagem com medição de temperatura e verificação dos sintomas para afastamento ao primeiro sinal de contaminação”, reforça.

A solução encontrada para não deixar a sensação de isolamento social são celular e computador disponíveis para todos que quiserem navegar ou entrar em contato com as famílias. “Além disso, mantemos todos os reforços que já haviam sido implantados na limpeza das casas e na higienização de mãos e aparelhos de uso comum”, afirma Marcella.

#coronavírus

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Como proteger idosos do Coronavírus



Grupo DG Sênior dá dicas de prevenção à doença para pessoas da terceira idade


Prevenção é a palavra de ordem quando o assunto é coronavírus e especialmente quando se trata de pessoas acima de 60 anos. Um Estudo do Centro de Controle e Prevenção de Doenças da China aponta que a letalidade progride de acordo com a faixa etária e, em pessoas com mais de 80 anos é de 15%.

Diante disso, o Grupo DG Sênior, que atua há 35 anos com residenciais especializados para pessoas idosas, criou uma cartilha dando dicas de prevenção.

Dica 1: Lavar bem as mãos com sabão até os cotovelos sem esquecer de esfregar entre os dedos. Dê preferência a sabonete líquido.

Dica 2: Utilize álcool 70% para substituir a lavagem das mãos ou até para finalizar.

Dica3: Em ambiente público, evite passar a mão na boca, olhos e nariz já que o vírus é transmitido por vias aéreas e pelo contato com secreções respiratórias

Dica 4: Manter limpos os ambientes. Higienizar superfícies, móveis e até o celular com produtos desinfetantes.

Dica 5: Prefira não cumprimentar as pessoas com beijo no rosto. O contato próximo e a saliva devem ser evitados.

Dica 6: Estar com vacinas contra gripe em dia

“Pegar uma gripe e o coronavírus ao mesmo tempo pode gerar uma infecção cruzada e potencializar as duas doenças. Isso proporciona a queda do sistema imunológico e consequentemente aumenta os riscos de letalidade”, explica Marcella dos Santos, enfermeira chefe do Grupo DG Sênior.

“É comum esquecermos de manter o controle sobre outras doenças quando aparece uma epidemia como coronavírus, no entanto, se o organismo estiver forte as chances de uma nova infecção levar o paciente à morte é muito menor”, conclui Marcella.

Manter-se saudável e no controle é a principal dica contra o coronavírus.